Paraty

Rio de Janeiro

Perca-se nas pedras do passado e encontre-se no azul do mar.

Paraty, localizada na Costa Verde do Rio de Janeiro, é um destino único que une história colonial e natureza exuberante. Reconhecida como Patrimônio Mundial pela UNESCO, a cidade preserva um Centro Histórico com ruas de pedra e casarões do século XVIII, que remetem aos tempos do Ciclo do Ouro. O local é um vibrante centro cultural, famoso por sua gastronomia e por sediar eventos internacionais, como a FLIP.

Além do charme arquitetônico, a região é um paraíso ecológico cercado pela Serra da Bocaina e por uma baía repleta de ilhas e praias de águas cristalinas. Com atrações que vão desde passeios de barco e banhos de cachoeira até a visita a alambiques tradicionais, Paraty oferece o equilíbrio perfeito entre o rústico e o sofisticado, sendo um convite ao descanso e à contemplação.

Atrativos

Vale a pena visitar

Os atrativos de Paraty dividem-se entre a preservação histórica e a diversidade ambiental. O principal ponto de interesse é o Centro Histórico, onde o traçado urbano do século XVIII permanece intacto. A arquitetura colonial, marcada por fachadas brancas e detalhes coloridos, abriga igrejas de diferentes ordens religiosas, como a de Santa Rita e a Matriz de Nossa Senhora dos Remédios.

No setor natural, a baía de Paraty destaca-se pela transparência de suas águas e pela proteção geográfica, o que resulta em um mar calmo, propício à navegação. O território conta com dezenas de ilhas e praias, algumas acessíveis apenas por via marítima, como a Praia da Lula e a Ilha Comprida. Outro destaque é o Saco do Mamanguá, um braço de mar que se estende por oito quilômetros entre as montanhas, caracterizando-se como o único fiorde tropical da costa brasileira. A região também integra o Parque Nacional da Serra da Bocaina, oferecendo trilhas e cachoeiras densamente cercadas pela Mata Atlântica.

A cultura local manifesta-se tanto em tradições centenárias quanto em eventos contemporâneos. A cidade mantém a produção artesanal de cachaça em alambiques históricos, que são abertos à visitação para demonstração do processo de destilação. O calendário cultural é robusto, incluindo festas populares de origem religiosa e eventos de relevância internacional, como a Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP). Além disso, a gastronomia da região, reconhecida pela UNESCO como Cidade Criativa da Gastronomia, utiliza insumos locais em pratos que misturam influências indígenas, africanas e europeias.

Ilha da Cotia

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Ilha da Pescaria

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Ilha dos Cocos

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Parque Nacional Serra da Bocaina

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Praia da Conceição

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Saco de Mamanguá

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Uma viagem no tempo!

As atividades em Paraty concentram-se, na exploração de seu patrimônio arquitetônico e cultural. O passeio pelo Centro Histórico é a atividade base, onde é possível visitar as quatro igrejas coloniais, o Museu de Arte Sacra e a Casa da Cultura. O calçamento de pedras irregulares convida a uma caminhada lenta, ideal para observar os detalhes das molduras das portas e janelas que indicam a antiga hierarquia social da cidade. À noite, a programação se volta para a gastronomia, com restaurantes que servem desde o tradicional peixe com banana até pratos da culinária internacional.

A exploração marítima é outro pilar fundamental do turismo local. Os passeios de escuna ou de barcos levam os visitantes às ilhas e praias isoladas da baía, como a Praia Vermelha, a Praia da Lula e a Ilha do Algodão. Para quem busca um contato mais direto com a natureza e o esporte, a prática de canoagem no Saco do Mamanguá permite observar de perto o ecossistema de manguezal e a vida marinha. Já o mergulho, tanto de superfície quanto com cilindro, é comum em pontos onde a visibilidade da água é maior, como na Ilha Comprida.

Para além do litoral, a viagem pode se estender em direção à Serra da Bocaina por meio da Estrada Paraty-Cunha. Nesta área, os visitantes encontram diversas cachoeiras, como a do Tobogã — famosa por sua pedra lisa que permite o deslizamento até o poço — e a do Tarzan. Próximo a essas quedas d'água, é possível percorrer trechos preservados do Caminho do Ouro, a antiga estrada calçada pelos escravizados no século XVIII. A visita aos alambiques de cachaça artesanal, muitos deles com séculos de funcionamento, complementa o passeio, permitindo conhecer o processo de produção e degustar as variedades da bebida que é símbolo da cidade.

Melhor época

Verão ou Inverno?

A visita a cidade histórica é ótima durante todo o ano. A escolha da melhor época para a viagem dependerá inteiramente das preferências do visitante em relação ao clima.

Entre os meses de maio e agosto, a região registra os menores índices pluviométricos. Para o visitante, isso significa uma probabilidade muito menor de chuvas, o que facilita os passeios a pé pelo calçamento irregular do Centro Histórico e as trilhas na Mata Atlântica. Por outro lado, as temperaturas são mais baixas, e as águas do mar e das cachoeiras podem estar frias para o banho, além de ser o período em que ocorrem os grandes eventos.

No verão, entre dezembro e março, o cenário se inverte. As temperaturas são elevadas e os dias são mais longos, condições favoráveis para o aproveitamento das praias e ilhas. Contudo, este é o período de maior pluviosidade, com chuvas frequentes.

Como chegar

Seja qual for a sua escolha de ponto de partida da sua aventura, nossos transfers serão o meio de transporte confiável e conveniente para levá-los até lá. Nossos motoristas experientes e guias especializados estarão à disposição para garantir que você desfrute de uma viagem tranquila e enriquecedora.

Curiosidades

Você sabia?

As ruas do Centro Histórico foram projetadas com uma curvatura que permite a entrada da água do mar durante a maré alta. Esse sistema servia para limpar as ruas dos detritos e do lixo da cidade no período colonial.

O calçamento irregular recebe esse nome porque as pedras eram assentadas por crianças e escravizados, que as fixavam pisando sobre elas. O termo também faz referência ao doce de amendoim, que tem aparência semelhante.

Muitas esquinas do centro possuem um desenho arredondado para facilitar a manobra das carruagens e evitar que as rodas batessem e danificassem as quinas dos casarões.

Antigamente, as cores das molduras das portas e janelas não eram aleatórias; elas podiam indicar a função comercial do imóvel ou a importância da família que ali vivia.

A cachaça de Paraty ficou tão famosa no Brasil Colônia que a palavra "Paraty" passou a ser usada como sinônimo da bebida. Era comum as pessoas pedirem "uma dose de Paraty" nos armazéns.

Paraty abriga o Saco do Mamanguá, o único fiorde tropical do mundo. É uma entrada de mar entre montanhas altas, semelhante aos fiordes noruegueses, mas com vegetação de Mata Atlântica e manguezais.

Dicas e recomendações

Confira antes de ir

  • Calçados: Use tênis confortáveis ou sandálias de solado firme (estilo papete). O calçamento do Centro Histórico é extremamente irregular e escorregadio, tornando saltos e chinelos perigosos.
  • Transporte: Dentro do Centro Histórico, veículos motorizados são proibidos.
  • Repelente: É um item obrigatório. A região, por ser cercada de mata e mangue, possui muitos borrachudos, especialmente nas cachoeiras e trilhas.
  • Taxa de Preservação: Algumas vilas vizinhas, como Trindade, podem ter controle de acesso ou cobrança de taxas de estacionamento para preservação ambiental.
  • Lixo Zero: Traga de volta todo o lixo que você produzir.

Gustavo Greggio

Vamos conversar sobre sua próxima aventura

Nosso diretor, Gustavo, já percorreu alguns dos principais destinos eco turísticos do Brasil, como: Bonito, Chapada Diamantina e Chapada dos Veadeiros, Jalapão, Monte Roraima, entre outros. Fora do Brasil, teve oportunidade de viajar para Argentina e Uruguai, explorar um Parque Nacional Americano - Shenandoah, mochilar pelo norte da Itália, e recentemente percorrer 900km completando o caminho de Santiago de Compostela, na Espanha.

Na Entreverdes, terá o maior prazer em te ajudar a escolher o seu melhor caminho para se conectar na natureza.

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